Sou Márcio, médico neurologista, e minha missão é tornar a neurologia mais próxima, compreensível e aplicável ao dia a dia das pessoas.
Desde a faculdade, sempre me intrigou entender não apenas as doenças, mas o funcionamento do cérebro por trás das decisões, emoções, dores e comportamentos. Para mim, a neurologia nunca foi apenas uma especialidade – foi propósito.
Acredito que informação gera autonomia.
E que compreender o próprio cérebro transforma a forma como vivemos.
Meu trabalho é unir ciência, clareza e cuidado para que cada paciente se sinta seguro, orientado e respeitado em sua jornada de saúde.
Minha trajetória na medicina começou muito antes da faculdade.
Venho de uma família simples, criada no interior, onde o trabalho no campo sempre foi o caminho natural. Desde cedo, porém, descobri que o estudo seria a minha forma de construir um futuro diferente. A educação tornou-se meu refúgio, meu projeto e minha ferramenta de transformação.
Durante a infância e adolescência, sempre fui profundamente dedicado aos estudos. Conquistei prêmios escolares, participei de olimpíadas acadêmicas como a OBMEP e busquei, desde cedo, excelência. Ingressar em uma escola particular na cidade vizinha foi um marco importante, ali aprendi que disciplina, constância e foco poderiam me aproximar do meu maior objetivo: cursar Medicina.
A aprovação veio por meio do ProUni, com bolsa integral na Universidade de Marília em 2016.
Durante a graduação, amadureci profundamente, academicamente e pessoalmente. Vivi desafios financeiros, construí amizades verdadeiras e desenvolvi autonomia. Foi também nesse período que fortaleceu-se minha vocação pela neurologia: compreender o cérebro era compreender a essência do comportamento humano, da memória, das emoções e da identidade. Me formei em 2021.
Após a formação, iniciei a jornada na residência médica. Fui aprovado em primeiro lugar no programa de Neurologia da Universidade Federal de Juiz de Fora – um momento que simbolizou anos de dedicação silenciosa.
A residência foi intensa. Exigente. Transformadora.
Aprendi não apenas sobre fisiologia e patologias neurológicas, mas também sobre limites, autocuidado e resiliência. Foi um período que me ensinou que excelência técnica precisa caminhar junto com equilíbrio emocional.
Conclui a residência em 2025. Me tornei neurologistas aos 27 anos. E isso representou mais do que um título. Representou vencer medos antigos, superar inseguranças e consolidar um propósito.
Hoje, retorno ao interior com maturidade, segurança clínica e um compromisso claro:
Oferecer uma neurologia baseada em ciência, explicação clara e cuidado individualizado.
Acredito que compreender o próprio cérebro muda a forma como vivemos. E minha missão é exatamente essa – traduzir a neurociência para a vida real, ajudando cada paciente a encontrar direção, autonomia e qualidade de vida.